terça-feira, 15 de maio de 2012

Eu quero um antídoto pra viver melhor . Em nome da fé, acertar a si mesmo como em transe em busca de algo superior Natureza sofredora. Faca de dois gumes. Brasa espalhada que vira pó! Ignorância e a ganância se refugiam na dor. Cai o mito de quem está falando. O som dos dias que distanciam a nossa melhor metade, que vai ficando de lado pelo medo de não dormir. Cada um tem seus milagres pra insistir, pra fugir... No buraco de silêncio que precede o esporro. Àquele que o tempo e a hora, e a hora é mundo. Humildemente levanto a cabeça pensando positivo, legítima defesa.

segunda-feira, 23 de abril de 2012


Nas crises apontadas como crises da modernidade, também sob o signo de pós-modernidade, não se vê uma crise de paradigma. A Razão, sua Representação e, no seu encalce a Política, são os suportes que não mais dariam conta da 'produção de sentido' na Modernidade que teriam ajudado a construir; no entanto, a estrutura que a continua inalterada: o capital.
Não se pode mais recorrer a essas referências para produzir um sentido eficaz ou satisfatório que explique o mundo. A própria lógica econômica mal se sustenta nas pernas e cada vez mais tem que apelar a uma alienação radical do sujeito para subsistir... a estrutura, no entanto, permanece inalterada. Não há como explicar os terríveis massacres e a lógica mesma da guerra, apelando somente à racionalidade dos interesses privados, confundidos com interesses do 'Império'.